07 agosto 2008

COLEGUINHAS DOS ÚLTIMOS DIAS

Sempre comparei alguns dos ditos "operadores do direito" com músicos ruins. Qualquer um pode pegar um violão e simular acordes, tentar tocar uma música ou achar que está tocando uma música. E alguns se levam a sério.
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Falar do direito, sobre o direito ou à respeito do direito, merece no mínimo propriedade. E como ouvimos bobagens!
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O que se vê é um festival de embromação, de vozes empostadas e desprovidas de conteúdo, num formalismo afetado e vazio. Breeem Breeem, Truum Truumm. Ê violãozinho ruim de escutar.
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Quer um exemplo? As críticas ao Min. Gilmar Mendes no HC 95009. Mas quem leu as duas decisões na íntegra? É uma aula sobre Teoria Geral do Estado.
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Vamos parar de tocar esse violão safadinho.
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E não é só acadêmico não!! Me refiro também a corpo docente.
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Vamos fazer silêncio, minutos de silêncio... Vamos parar de "embromar"
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Esse semestre é o último, mas vai ser duro de passar!
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Cada hora equivale no mínimo a seis semanas.
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Breem Breeem Truuum Truumm.

3 comentários:

Xangô disse...

Instigante garotinho ...

"Toc , toc ... bleeeiiim" !

Nilson Barcelos disse...

Não se desespere caro amigo. Estamos próximos do fim, mas também de um instigante começo. O fim é sempre inerente ao começo, porque quando algo termina outro começa, mesmo que haja um comercial chato no meio. É assim na Globo, é assim em qualquer lugar, já dizia o Roberto Marinho.

Adenilsom Advogado disse...

Concordo plenamente com o sagaz acadêmico de direito. Sentia muito isso nos idos da década de 1980 nas mesas de sinuca do Centro Acadêmico - CAXIIM. O Direito é fadado a ser eternamente maltratado, usado pelos poderosos e quase nunca utilizado para os menos favorecidos. Não apenas os pobres mas o que possuem o Direito e não tem como buscá-lo.
Ao final do curso o melhor a fazer, é indignar-se e perseverar por dias melhores.
E eles virão, acredite.
A um tempo atrás, seria impensável um Ministro do Pretório Excelso submeter sua decisão à plebe e hoje isso acontece.
Vivemos pra ver isso acontecer.
Muita coisa ainda deverá vir, e virá.
Sucesso.

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